sábado, 18 de fevereiro de 2017

Blog de Inteligência de Mercado



Excelente Notícia:

Uma das autoridades do assunto no Brasil (Ibramerc), lançou no último mês de janeiro o seu Blog de Inteligência de Mercado. 

Claro, já conferi e, apesar de novinho, logo percebi que os posts são super pertinentes e bem "recheados". Destaque para o artigo sobre as principais tendências da área para 2017.  

Numa terra onde Marketing tem uma tonelada de títulos à disposição, nada mal para um tema tão importante quanto - e de tão escassa bibliografia no Brasil - ser brindado por um blog de respeito.

O link:

sábado, 28 de janeiro de 2017

As Tendências das Mídias Sociais para 2017

Material fresquinho (e imperdível) da Kantar IBOPE Media:

As Tendências das Mídias Sociais para 2017.

O video abaixo é só uma breve introdução:



O importante mesmo é preparar um café e ler com calma o material completo, por meio do link abaixo:

https://www.kantaribopemedia.com/as-tendencias-das-midias-sociais-para-2017

Como tem coisas bacanas (e free) na Internet! É só ter a paciência e a disposição para buscá-las.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Proibida


Veja bem...

O velho Al Ries aprovaria o conceito: quanto mais estreitarmos a oferta da marca, melhor. 

Porém o tema é bem mais complexo do que parece.

A Cerveja Proibida tomou a iniciativa de lançar uma cerveja só para Mulheres.

Por quê não? Carros, varejos de moda, varejos esportivos e academias são algumas das categorias que já direcionaram negócios (ou produtos) só para as mulheres. E deu certo! 

Mas no caso da Proibida, temos alguns problemas e algumas diferenças importantes:

Primeiro, essa nova proposta de posicionamento não veio acompanhada por um nome dedicado. Preferiram a velha extensão de marca, com o nome batidíssimo e kilométrico de "Proibida Puro Malte Rosa Vermelha Mulher". Mas este é o menor dos problemas...

O "X" da questão é que, apesar do conceito de Ries continuar válido - porque, em última instância, facilita a assimilação da marca na mente das pessoas -, ele pode ter níveis de sensibilidade distintos entre as categorias de produto.

Revista para mulheres pode funcionar, mas será que cerveja só para elas também?

Não sei se fizerem ou se conduziram adequadamente um teste de conceito mas, de qualquer forma, nuances especificas para o produto em questão e toda a sua carga histórica, cultural - além do cenário atual / tendências por trás dele - parecem não terem sido devidamente detectadas e/ou compreendidas.

O preço desta lição de casa mal feita veio feito um Tsunami: uma enxurragada de reclamações, protestos e ironias, que deve ter feito os responsáveis irem direto para debaixo da cama.

Também, por outro lado - e intensificando o erro - a abordagem foi preguiçosa, apressada, tosca e grosseira. Reforçando rótulos e esteriótipos há muito ultrapassados.

A Stella Artois, informalmente e por mais que todos neguem, vem se tornando um produto da categoria queridinho entre as mulheres, por sua elegância, discrição e leveza. Proposital ou não, tornou-se um referencial de como podemos atacar um objetivo sem sermos descorteses, separatistas ou preconceituosos. Sabedoria e bom senso, afinal, devem fazer parte do DNA de um construtor de marcas. 

Voltando à Proibida, melhor mesmo seria desculpas, sair de fininho e deixar que o tempo sedimente mais este bizarro case de branding.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Sainsbury's

Uma das melhores peças publicitárias alusivas ao Natal deste ano vem, sem dúvidas, da tradicional rede inglesa de supermercados. Vale pela originalidade, trilha sonora e pegada lúdica. Uma elegância só! Já são quase 16 milhões de visualizações no canal da marca no YouTube...




domingo, 4 de dezembro de 2016

Netshoes

Em seu monumental ensaio "A beleza salvará o mundo", Gregory Wolfe diz lá pelas tantas: 

"Vivemos em uma era dominada pelo racionalismo econômico oco..."

Talvez isto ajude a explicar a derrapada da Netshoes nesta semana.

A marca é apenas mais uma vítima de uma lógica corporativa perversa no sentido de escravidão de sua dinâmica e essência à sistemas e algoritmos, e uma quase total alienação à sensibilidade alheia. Quando o estrago vem e alerta a consciência, pode ser tarde. O arranhão na imagem da marca foi grande. Por isso, urge que as empresas tomem as rédeas das coisas que estão ao seu alcance e não tenham a inútil tarefa de justificar o injustificável depois.


domingo, 27 de novembro de 2016

Kit Kat Rubies

Exemplo de como um projeto adequado de embalagem tem o poder de reforçar substancialmente os atributos pretendidos por uma marca.

(Quase) desnecessário afirmar que Embalagem é uma das principais ferramentas publicitárias no conjunto de comunicação de uma marca. Mas, por vezes, passa (quase) despercebida...

Este foi um dos trinta agraciados no prêmio Grandes Cases de Embalagem 2016 (âmbito Brasil).

Vale a pena conferir:



Fonte:
http://www.embalagemmarca.com.br/2016/11/premio-grandes-cases-de-embalagem-2016

sábado, 12 de novembro de 2016

Dica de livro...

Aos poucos - assim como acontece na área de Trade Marketing - a bibliografia de Inteligência de Mercado vem melhorando no Brasil, com traduções e lançamentos. 

Um exemplo é o ótimo "Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva", de Humbert Lesca e Raquel Janissek-Muniz.

Navegando em uma das vertentes da Inteligência de Mercado, o conceito de IEAc nos posiciona e nos alerta para a importância de um sistema estruturado para a captação dos chamados Sinais Fracos, nos quais, podem ter um impacto relevante para a empresa no futuro.


Por meio da metodologia L.E.SCAnning, a organização tende à transitar melhor em seu habitat, seja defendendo-se, seja contra-atacando, adaptando-se, ou mesmo, inovando. E sempre "de olho" no timing correto. Portanto, bastante pertinente em nossos dias. Vale a pena lê-lo com muita atenção.

Difícil encontrá-lo em alguma dessas grandes livrarias (talvez em Sebos). O mais fácil mesmo é pedir diretamente à professora Raquel por meio do site http://www.ieabrasil.com.br/site/.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Fleury

O canal do Fleury no YouTube apresenta algumas peças de publicidade tradicional (natural), mas também expõe uma quantidade relevante de materiais de conteúdo. São registros com explicações de conceitos, dicas, orientações e tendências que objetivam fidelizar potenciais influenciadores e/ou consumidores. Em última instância, gerar confiança por meio de assuntos relevantes para o público-alvo da marca que, por sua vez, vem no "modo carona" da mensagem. Nada, pois, mais vanguardista em comunicação...

O Fleury, portanto, deve nos servir de exemplo, em um país que - ao que tudo indica - é ainda pouco praticante tanto do marketing de conteúdo quanto da utilização do YouTube como uma plataforma poderosa na aceleração da referida estratégia. Cada vez mais, daqui para frente, as marcas podem (e devem) exercer, dentre outros papéis, o papel de mídia de si mesmas (por que não?). Abaixo uma pequena amostra de conteúdo proporcionado pelo Fleury na principal rede social de videos do mundo:



Um adendo: a marca não deve ter como pretensão ser uma espécie de blockbuster no YouTube. Basta sair-se bem dentro do seu mercado competitivo. A propósito: em pouco mais de 6 anos no canal, a marca já acumula mais de 4 milhões de visualizações...

Link para o canal do Fleury no YouTube:

sábado, 22 de outubro de 2016

Etnografia


Cumprindo bem a missão de chamar a atenção para a importância do tema, este breve artigo - escrito por Lucas Saad, Alisson Pereira e Julia Spohr (todos da saad branding+design) - não deixa dúvidas sobre a riqueza em potencial que há por trás de projetos de pesquisas etnográficas em processos de inovação.

A despeito da sua inegável maior complexidade e da necessidade de, em linhas gerais, ser concebida por meio de um transcurso mais longevo de maturação,  a etnografia é, certamente, o método mais confiável para o obtenção de hot insights na corrida por vantagens competitivas duradouras.

E por que? Porque, em última instância, o esforço é colocar-se, verdadeiramente, no ponto de vista do outro. Não por acaso, assim como o jornalismo vem crescendo em importância com o advento do marketing de conteúdo, o mesmo se dá com a antropologia e a pesquisa de mercado no mundo corporativo.

Está no portal InfoBranding, vale a pena conferir:

sábado, 8 de outubro de 2016

B2B Marketing


Lá pelas tantas, em seu mais recente livro com Suzy (The Real-Life MBA), Jack Welch nos brinda com um parágrafo que resume bem a essência do Marketing B2B:

"...Like all relationships, such relationships have to be built on trust. With both sides feeling like they're in a win-win situation."

E complementa com uma citação atribuída à Jim Berges:

"...You have to give your buyers something - guaranteed quality, bundles of services, design input - that makes the savings of any auction just not worth it. You have to become a partner. You have to really know them, and they have to really know you." 

Neste último ponto, aliás, a importância de conhecer e aplicar técnicas de pesquisa, ao mesmo tempo sutis e sofisticadas. Valeria outro post...

E fecha o capítulo com uma proposta mais ampla para uma reflexão sobre o Marketing, revisando uma frase do lendário Edwin Land:

"Marketing, we would say, is what you do after you have a good product. And today you can do more than ever."

Ler é bom, desde que bons livros.

No Brasil, o pai da matéria é o José Carlos Teixeira Moreira, fundador do IMI (http://www.imi.org.br/) - Instituto de Marketing Industrial.

Ele, até onde se sabe, cunhou o termo Foco DO Cliente.

Sim, a mudança de uma preposição faz toda a diferença.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Lay's

Na tentativa de criar uma brecha na mente das pessoas (o verdadeiro desafio), a Lay's chega com esse conceito bem sacado, considerando a natureza da categoria: Batata de verdade!

Pegando essa onda, a marca arriscou com vários posts no Facebook reforçando o mote (falando algumas verdades para os seus seguidores, mas de forma bem humorada). Bombando. Este teve 22 mil reações:


Criatividade é sempre muito bacana. Mas ligada por um fio condutor ao posicionamento da marca é sempre muito melhor. 

Ah...Messi (sim, ele) é o garoto-propaganda.

sábado, 24 de setembro de 2016

NPS

Ou Net Promoter Score, é uma metodologia desenvolvida por Fred Reichheld, lá pelos idos de 2003, para a aferição dos patamares de satisfação e lealdade de uma empresa.

Simples de entender, aplicar, mensurar e gerenciar, o processo baseia-se na seguinte pergunta: 

"Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria a Empresa X para um amigo ou colega?" 

Simples assim, sem rodeios. E pode-se aplicá-la em distintas fases da jornada do cliente.

Perguntas complementares são permitidas, mas o âmago do tema é mesmo o questionamento sobre a recomendação.

Parte-se da premissa de que, uma vez vivenciada uma boa experiência com a marca, é bem provável que o cliente a indique para alguém do seu círculo de amizades e/ou familiar. O contrário, obviamente, também é verdadeiro.

Depois da coleta dos dados, há ainda uma sugestão de classificação interessante entre "detratores, neutros e promotores" da empresa.

Embora já largamente conhecido e difundido, fica a dica para os menos antenados de plantão conhecer este método, ao mesmo tempo, descomplicado e de vanguarda.

Abaixo um videozinho introdutório (bem didático) sobre o NPS:


Fonte:
http://satisfacaodeclientes.com/

sábado, 10 de setembro de 2016

Passaporte para a nova economia...

Trecho do novo livro da Miriam Leitão (História do Futuro):


Por isso que a Sustentabilidade, como um dos pilares do Branding, deve extrapolar a linha que consta em um belo quadro pendurado em algum canto da empresa.

Será, cada vez mais, no final das contas, uma questão de business, impulsionada pelos consumidores e pelos governos. São as marcas na berlinda.

Simples assim...

domingo, 28 de agosto de 2016

Artigo: Branding como Força Gravitacional

Foco no cliente ou, mais recentemente, Foco DO Cliente são expressões que se popularizaram no meio corporativo, tornando-as quase uma metáfora do mantra hindú. É justificável, afinal, pois o cliente é, em última instância, a razão de ser da empresa. 

A proposta deste breve artigo, todavia, é refletir sobre uma alternativa a essa corrente: ao invés de convergir no cliente, centralizar no projeto da marca (leia-se Branding). Nesta configuração, o cliente e os outros pontos relevantes do sistema orbitariam em torno dele.


Pense: o processo mercantil, grosso modo, é fundamentado em ofertas batizadas por marcas. Estas, teoricamente, remetem-nos a um posicionamento e a uma essência (conjunto de missão, visão e princípios). A consequência esperada é a formação de um aglomerado de seguidores que se identificam com a promessa da marca.    

Jovens, descolados e com um quê de rebeldia tendem a seguir a Pepsi. A Curves leva consigo um range de mulheres preocupadas com saúde, beleza e privacidade. A Gol motiva o pessoal que busca preços baixos e flexibilidade nas rotas. A Beta suscita gente interessada em alta qualidade, design sofisticado, ergonomia e um certo conforto na origem italiana da marca de ferramentas industriais. A Volvo aproxima cidadãos preocupados com potência e segurança. A Zappos induz adeptos do atendimento nota 1.000. E por aí vai…

Objetivos estratégicos definidos, temos, claro, os demais corpos celestes gravitando em torno do Branding: Vendas (foco no atendimento e na obtenção de resultados), Marketing (cerne em materializar, por meio do velho e útil modelo dos 4Ps, o projeto da marca), Inteligência de Mercado (centro nos estudos dos ambientes externo e interno da marca, gerando, entre outras coisas, insights para inovação) e outros elementos cósmicos como o RH (faz sentido um vegetariano trabalhar na Sadia? Como mudar a cultura de uma empresa?), Finanças, Logística, TI, Compras, Fábricas, Stakeholders.

E como ficam temas em voga como clusterização, extensão de marcas, marketing de experiência, marketing de conteúdo, marketing de guerrilha, publicidade digital, storytelling,  e-commerce, etc? Bom, todos estes conceitos e ferramentas, de uma forma ou de outra, encaixam-se no conjunto de variáveis inter-relacionáveis de marketing proposto por McCarthy.

Que curioso: por mais que nos confrontemos com siglas, termos e conceitos tão atraentes e pertinentes, eles não conseguem escapar dos 4Ps de Marketing. Aqueles mais atentos já aprenderam a relativizar a importância de determinados “modismos-que-vieram-para-revolucionar-o-ambiente-competitivo-global”. Calma! Bom senso deve ser a bola do jogo.

Este exercício, um tanto provocativo, visa somente uma tentativa de simplificar o entendimento de um processo complexo, colocando no âmago do raciocínio a concepção estratégica da marca como o elemento primordial do combate mercadológico. Desafio interno dado, desafio publicamente aceito!

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Branded Content


Mais um grãozinho de areia que vai povoando a praia do Branded Content.

Um espaço em uma das mais importantes revistas do país.

A nova ordem é a briga pela atenção do público-alvo (e não adianta gritar!).

O consumidor tem o poder. Ponto.

Por muito pouco, muito pouco mesmo, ele vai fazer outra coisa ou sintonizar outra mídia (e vai deixar a marca falando sozinha).

Por que tantas marcas ainda não perceberam isso?

Por isso, a moeda desse jogo contemporâneo é o Conteúdo Relevante, pouco importa a mídia.

Como ressalta essa matéria da Veja: "mais orgânico, menos interrupção"".

O que mais tem por aí é marca chata, muito chata, constantemente interrompendo o que gostamos com autoelogios cansativos...

Nesse artigo, só faltou dizer o seguinte:

Além de a marca poder fazer parcerias com um Publisher, ela mesma pode ser um Publisher.

Olha o que a ausência de uma simples preposição pode gerar...

A matéria explica melhor do que este post:
http://veja.abril.com.br/mundo/em-busca-de-atencao-marcas-desistem-de-vencer-no-grito/

domingo, 31 de julho de 2016

Sensodyne


Marketing de experiência está na vanguarda.

E isso é bom...

Aproximar o universo da marca ao público-alvo, informando, demonstrando, ensinando, aprendendo, conscientizando, sentindo, entretendo, interagindo, etc. é uma missão e tanto. E, sim, faz diferença.

No Brasil, a percepção é a de um conceito ainda pouco divulgado e assimilado e, portanto, pouco executado.

Temos muito o que evoluir...

Exemplo singelo - mas ilustrativo - é o da Sensodyne.

Alguns anos atrás, ela resolveu inovar no lançamento de um produto - baseado em uma tecnologia inédita - para dentes sensíveis.

O palco?

Londres.

Objetivo: estimular as pessoas à refletir sobre o tema (sensibilidade nos dentes) e à pensar sobre o seu impacto no cotidiano de suas vidas.

Batismo da estratégia: The Great Sensitivity Test

  • Ação 1: teste de sensibilidade, doação de amostras e demonstração do produto.
  • Ação 2: exposição de um dente gigante, favorecendo uma melhor visualização do "cenário".
  • Ação 3: Palestras sobre como cuidar corretamente dos dentes.

E tudo em diferentes locais da capital inglesa.

Além do engajamento com as pessoas, a iniciativa foi citada em cerca de 150 mídias (o famoso "buzz").

No fundo, o conceito não tem nada de sofisticado, apenas estimula a essência do ser humano.

Pegando carona com o Gil, o simples não costuma falhar...


sábado, 23 de julho de 2016

brandchannel


Vale a pena investir alguns bons minutos (e por que não horas?) nesse portal bem interessante sobre Branding, dada a relativa escassez de substância sobre o assunto... 

Não é novo, é verdade - vem desde o ano 2000 - e faz parte do território da Interbrand (sim, a renomada consultoria global no assunto).

Além de prover notícias, comentários e análises, o site oferece segmentações pertinentes como as seções de Glossário e de Branded Content, este com uma pegada bem digital.

No mais, merece atenção o case da Kellogg's sobre marketing de experiência e - objeto de consumo - o Brand Strategy Innovation Summit, que rolará em setembro, em Los Angeles.

Marcas brazucas? Sim. Duas: LATAM (fifty-fifty) e Rio 2016. Mas é muito pouco diante do oceano de conteúdo que o site proporciona. Mas...

Só faltou mesmo um canalzinho no YouTube para acompanharmos palestras e entrevistas sobre o tema, but...

O portal:

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Brastemp

No final das contas, Branding é a arte de construir e gerenciar marcas únicas.

OK.

Mas também é a arte da marca cumprir o que promete.

Afinal, tem-se um nome a zelar.

Em tempo de redes sociais então, qualquer deslize pode transformar-se em um pesadelo.

Só para constar: O Marcelo Rubens Paiva tem 330 mil seguidores no Twitter. Daí, pode-se imaginar o potencial de contágio desse "causo"...





A marca pode lá ter os seus motivos, mas a verdade é que, no mundo do branding e do marketing, a percepção é tão relevante quanto a realidade. É, o mundo é cruel.

Por isso que, em tais situações, nada melhor do que a tríplice aliança: humildade, rapidez e transparência. Tudo ao mesmo tempo.

Discutir e bater o pé costumam trazer mais prejuízos do que uma postura mais conciliatória.

E, claro, que a marca aprenda com isso...

sábado, 9 de julho de 2016

A voz do consumidor...

Deu no Meio & Mensagem:


Pesquisa quantitativa realizada pela Reds (http://www.redsresearch.com.br/) e pelo CIP (Centro de Inteligência Padrão), no sentido de mapear os critérios de escolha mais valorizados em 22 categorias de produto. Estudo considerou o mercado brasileiro e abordou diversas faixas etárias e classes sociais.

No geral, alguns resultados já esperados, outros nem tanto...

Tradição - que remete ao longo trabalho de construção e awareness da marca, gerando uma sensação de confiança - continua liderando o racional de compras.

Agora, seguida de perto, vem "marca ecologicamente correta", com nada menos de 8 podium dentre as categorias avaliadas, confirmando o viés de alta. Causas sociais, por outro lado, embora bem pontuada, mas com apenas 1 podium (serviços bancários), ainda tem muito a evoluir na consciência dos consumidores brasileiros. 

Trata-se de uma análise - as metodologias podem variar, claro - que pode (na verdade, deve) ser frequentemente realizada por todo tipo de relação comercial entre empresas, e não somente B2C. Pois, saber os atributos mais valorizados por cada extrato/segmento atendidos por uma empresa é, no final da contas, uma espécie de Santo Graal do Marketing.  

Para conferir na íntegra:

sábado, 2 de julho de 2016

YPF

Exemplo quase singelo de como uma marca pode ser ao mesmo tempo mídia e prestadora de serviços, sem cair na tentação quase automática de fazer publicidade nua e crua. Aliás, parênteses, um tempero bem dosado entre ambas as estratégias - conteúdo e autoelogio - é sempre bem vindo.

Mesmo proveniente de um segmento cuja a essência é de relativo baixo apelo popular, a estatal argentina - por meio de sua subsidiária no Brasil, consegue com um pequeno vídeo como esse ser útil a muita gente. Ah, neste caso, cadê a publicidade? Bom, como já sabemos, ela vem de carona...